MPF no Piauí recomenda anulação de concurso da Eletrobras
Ministério Público cita uma série de irregularidades na aplicação das provas.
O Ministério Público Federal no Piauí recomendou à Eletrobras que anule o concurso realizado pela empresa no dia 10 de novembro deste ano. O documento de autoria do procurador da república Alexandre Assunção e Silva cita uma série de irregularidades, como atraso na chegada das provas e início de realização dos testes, para embasar o pedido.
Segundo o procurador, 14 candidatos afirmaram que os cadernos de prova ainda não tinham chegado às dependências da Escola Professor James Azevedo, no bairro Primavera, mesmo após as 14h, horário previsto para o início da aplicação.
A recomendação cita o boletim de ocorrência de nº100107.002344/2013-32, que noticia o mesmo fato e ressalta que os portões teriam sido abertos apenas as 14h10 e que até as 15h45 as provas ainda não haviam sido entregues.
O procurador Alexandre Assunção afirma ainda que, contrariando o edital do concurso, na Unidade Escolar Darcy Araújo, localizada na Av. Nossa Senhora de Fátima, s/n, Bairro de Fátima, os portões só foram abertos às 13h40 e após o início das provas candidatos saíram antes de decorrido o tempo mínimo de uma hora e os três últimos candidatos a realizar a prova não saíram junto da sala.
O documento também faz menção a uma matéria do G1 feita no dia da aplicação da prova. “Consta dos autos notícia do Portal G1 informando que na Unidade Escolar Álvaro Ferreira, bairro Piçarra, Zona Sul, Teresina/PI 200 candidatos desistiram do concurso após as provas chegaram com uma hora de atraso e em caixas abertas”, conta.
A matéria relatou o tumulto e confusão que se instalou em algumas escolas de Teresina no dia da aplicação das provas para o concurso da Eletrobras Distribuição Piauí. O texto mostrou o caso de um grupo que chegou a fazer uma lista para registrar Boletim de Ocorrência na delegacia. O texto afirma que o material de prova, que deveria ter sido entregeu antes das 14h, chegou as 15h.
A época, a empresa admitiu o atraso, troca de cadernos e provas incompletas, mas afirmou que todos os problemas foram solucionados. "A Eletrobras garante que tomará a decisão que preserve os candidatos que fizeram a prova e não tiveram problemas, mas também, buscará garantir os direitos dos que se sentirem prejudicados", disse em nota.
A distribuidora de energia do Piauí tem 10 dias para informar ao Ministério Público Federal se aceita a recomendação. Caso não aceite a sugestão do MPF, a ministério pode ingressar com uma ação civil pública pedindo a anulação do certame.
A Eletrobras informou que ainda não foi notificada oficialmente sobre o documento e que somente se pronunciará após esse fato.
Segundo o procurador, 14 candidatos afirmaram que os cadernos de prova ainda não tinham chegado às dependências da Escola Professor James Azevedo, no bairro Primavera, mesmo após as 14h, horário previsto para o início da aplicação.
A recomendação cita o boletim de ocorrência de nº100107.002344/2013-32, que noticia o mesmo fato e ressalta que os portões teriam sido abertos apenas as 14h10 e que até as 15h45 as provas ainda não haviam sido entregues.
O procurador Alexandre Assunção afirma ainda que, contrariando o edital do concurso, na Unidade Escolar Darcy Araújo, localizada na Av. Nossa Senhora de Fátima, s/n, Bairro de Fátima, os portões só foram abertos às 13h40 e após o início das provas candidatos saíram antes de decorrido o tempo mínimo de uma hora e os três últimos candidatos a realizar a prova não saíram junto da sala.
O documento também faz menção a uma matéria do G1 feita no dia da aplicação da prova. “Consta dos autos notícia do Portal G1 informando que na Unidade Escolar Álvaro Ferreira, bairro Piçarra, Zona Sul, Teresina/PI 200 candidatos desistiram do concurso após as provas chegaram com uma hora de atraso e em caixas abertas”, conta.
A matéria relatou o tumulto e confusão que se instalou em algumas escolas de Teresina no dia da aplicação das provas para o concurso da Eletrobras Distribuição Piauí. O texto mostrou o caso de um grupo que chegou a fazer uma lista para registrar Boletim de Ocorrência na delegacia. O texto afirma que o material de prova, que deveria ter sido entregeu antes das 14h, chegou as 15h.
A época, a empresa admitiu o atraso, troca de cadernos e provas incompletas, mas afirmou que todos os problemas foram solucionados. "A Eletrobras garante que tomará a decisão que preserve os candidatos que fizeram a prova e não tiveram problemas, mas também, buscará garantir os direitos dos que se sentirem prejudicados", disse em nota.
A distribuidora de energia do Piauí tem 10 dias para informar ao Ministério Público Federal se aceita a recomendação. Caso não aceite a sugestão do MPF, a ministério pode ingressar com uma ação civil pública pedindo a anulação do certame.
A Eletrobras informou que ainda não foi notificada oficialmente sobre o documento e que somente se pronunciará após esse fato.
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