Sindserm registra B.O contra gestores do HUT e da Fundação Hospitalar por receberem pacientes
O procurador geral de Teresina, Charlles Max sugeriu que a direção do HUT entre com um mandado de segurança, caso os servidores não retornem ao trabalho
O presidente do Sindicato dos Servidores Municipais de Teresina (Sindserm), Sinésio Soares, registrou, ontem (04), um boletim de ocorrência contra os gestores do Hospital de Urgência de Teresina (HUT) e da Fundação Hospitalar de Teresina.
Segundo o sindicalista, mesmo com a paralisação dos servidores da radiologia do hospital, Gilberto Albuquerque diretor do HUT e Aderivaldo Andrade, diretor da Fundação Hospitalr, continuavam recebendo pacientes.
“Os gestores assumiram o risco de receber paciente no hospital mesmo sabendo que não havia atendimento, já que os funcionários não têm como trabalhar se não estão recebendo seus salários corretamente há três meses. Eles colocaram a vida desses pacientes em risco eminente e isso se enquadra no artigo 132 do Código Penal”, afirmou.
Segundo Aderivaldo Andrade, o comunicado da paralisação não chegou até ele e por isso não tem o que declarar sobre o assunto.
A assessoria do HUT também afirmou que o diretor Gilberto Albuquerque não havia sido informado legalmente da paralisação, apenas um comunicado verbal, o que invalida também o B.O registrado pelo presidente do sindicato.
Já a Prefeitura de Teresina, representada pelo procurador geral do município, Charlles Max, disse que os grevistas estão cometendo crime contra a vida e contra a administração pública e sugeriu que a direção do HUT entre com um mandado de segurança, caso os servidores não retornem ao trabalho.
“O que eles estão fazendo constitui um crime contra a saúde pública. É omissão de socorro”, disse o procurador.
Ontem, apenas um funcionário estava fazendo os exames de tomografia e o setor de radiologia estava completamente parado.
Segundo o sindicalista, mesmo com a paralisação dos servidores da radiologia do hospital, Gilberto Albuquerque diretor do HUT e Aderivaldo Andrade, diretor da Fundação Hospitalr, continuavam recebendo pacientes.
“Os gestores assumiram o risco de receber paciente no hospital mesmo sabendo que não havia atendimento, já que os funcionários não têm como trabalhar se não estão recebendo seus salários corretamente há três meses. Eles colocaram a vida desses pacientes em risco eminente e isso se enquadra no artigo 132 do Código Penal”, afirmou.
Segundo Aderivaldo Andrade, o comunicado da paralisação não chegou até ele e por isso não tem o que declarar sobre o assunto.
A assessoria do HUT também afirmou que o diretor Gilberto Albuquerque não havia sido informado legalmente da paralisação, apenas um comunicado verbal, o que invalida também o B.O registrado pelo presidente do sindicato.
Já a Prefeitura de Teresina, representada pelo procurador geral do município, Charlles Max, disse que os grevistas estão cometendo crime contra a vida e contra a administração pública e sugeriu que a direção do HUT entre com um mandado de segurança, caso os servidores não retornem ao trabalho.
“O que eles estão fazendo constitui um crime contra a saúde pública. É omissão de socorro”, disse o procurador.
Ontem, apenas um funcionário estava fazendo os exames de tomografia e o setor de radiologia estava completamente parado.
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