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Ministério Público inspeciona estrutura do Hospital Regional de São Raimundo Nonato

O promotor de Justiça Romerson Maurício de Araújo conduziu os trabalhos, que começaram com uma reunião virtual acompanhada pelo médico do Centro de Apoio Operacional de Defesa da Saúde (Caods/MPPI).

O Ministério Público do Piauí (MPPI) realizou uma inspeção no Hospital Regional Senador Cândido Ferraz, nessa segunda-feira (09), para verificar a estrutura e o funcionamento do Centro de Parto Normal.

O promotor de Justiça Romerson Maurício de Araújo conduziu os trabalhos, que começaram com uma reunião virtual acompanhada pelo médico do Centro de Apoio Operacional de Defesa da Saúde (Caods/MPPI), Celso Pires Pereira Filho, além de representantes da Sociedade Brasileira Caminho de Damasco (SBCD), organização responsável pela gestão do hospital, e da Secretaria de Estado da Saúde do Piauí (Sesapi).

Foto: Divulgação/ MPPIInspeção no Hospital Regional de São Raimundo Nonato
Inspeção no Hospital Regional de São Raimundo Nonato

A diretora técnica do hospital, Débora Siqueira, relatou que gestantes de São Raimundo Nonato e de toda a região da Serra da Capivara são atendidas no Centro de Parto, funcionando em regime de porta aberta para a demanda obstétrica.

De acordo com a diretora, a unidade conta com cobertura obstétrica 24 horas, com dois médicos obstetras durante o dia e um no período noturno, além de uma equipe de enfermeiros obstetras e profissionais de fisioterapia voltados ao atendimento humanizado das gestantes.

Ao final da reunião, o promotor de Justiça inspecionou as dependências do hospital, acompanhado pela equipe administrativa e assistencial da unidade. Na vistoria foi constatado que o hospital possui cinco salas destinadas ao modelo PPP (pré-parto, parto e pós-parto). Atualmente, três salas funcionam como enfermaria obstétrica coletiva, uma é utilizada como sala de parto e outra foi adaptada para a estabilização de recém-nascidos.

Segundo o promotor, também foram identificadas necessidades estruturais, como a aquisição de camas adequadas ao modelo PPP, além de demandas relacionadas à implantação de UTI neonatal e à ampliação da estrutura de apoio para atendimentos de maior complexidade.

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