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Teresina registra redução de 13% em doenças na transmissão hídrica, aponta FMS

A FMS destacou ainda, o índice do Hospital da Criança, com atendimentos que passaram de 4.003 para 3.121, evidenciando uma redução de 22%.

A Fundação Municipal de Saúde (FMS) apontou, por meio do relatório da Diretoria de Vigilância em Saúde, que os casos de transmissão hídrica e alimentar (DTHA) em Teresina, foram reduzidos em cerca de 13% em 2025. No ano de 2024, foram registrados 75.351, e no ano passado reduziu para 65.671 casos.

A FMS destacou ainda, o índice do Hospital da Criança, com atendimentos que passaram de 4.003 para 3.121, evidenciando uma redução de 22%. O Instituto Trata Brasil pontuou, através do Ranking do Saneamento 2026, que Teresina é a capital brasileira que mais avançou em saneamento, saltando 14 posições.

De acordo com o Governo do Piauí, desde 2017, já foi investido mais de R$ 1,3 bilhão na melhoria dos sistemas. Neste período, a cobertura de saneamento básico triplicou, saindo de 19% para mais de 59%. No ano de 2020, o abastecimento de água foi universalizado na zona urbana, beneficiando mais de 826 mil pessoas com acesso regular à água tratada.

Foto: Divulgação/ Governo do PiauíTeresina registra redução de 13% em doenças na transmissão hídrica
Teresina registra redução de 13% em doenças na transmissão hídrica

Investimento

O Governo ressaltou que, dentre os investimentos realizados estão a implantação de mais de 728 quilômetros de redes de abastecimento de água, a perfuração de 137 poços e a implantação de 24 novos sistemas de bombeamento.

Mais de 480 mil pessoas já foram beneficiadas com os novos 483 quilômetros de esgotamento sanitário, além de 29 Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs), responsáveis por tratar cerca de 40 milhões de litros de esgoto por dia.

Ainda segundo o governo, os impactos do saneamento são percebidos também na prevenção e na economia em saúde pública. A Organização Mundial de Saúde (OMS) assegurou que, a cada R$ 1 investido em saneamento, cerca de R$ 4 são economizados em gastos com saúde.

O Governo do Estado avaliou mais um destaque, sendo ele na eficiência dos sistemas, com ações contínuas para redução de perdas (19,55%) e aumento da segurança no abastecimento.

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