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Ciro Nogueira diz que seria “danoso” o rompimento com o governo

Questionado sobre a relação do Progressistas na base governista, o senador conta que mantém um diálogo com o governador.

Na última quarta-feira (11), o senador Ciro Nogueira comentou em entrevista à TV Cidade Verde sobre o possível rompimento com o governador Wellington Dias.

Questionado sobre a relação do Progressistas na base governista, o senador conta que mantém um diálogo com o governador, e afirma que um rompimento nesse momento seria “danoso” para o estado.

 “Hoje, um rompimento nosso seria muito ruim para o estado. Num momento que o estado está passando por diversas dificuldades extremas, até para pagar salários, problemas com os terceirizados. Um enfrentamento hoje seria muito ruim e danoso. Eu não quero isso jamais. Eu quero ter o papel que tive no governo passado, que foi o de fazer investimentos”, disse o senador.

  • Foto: Pedro França/Agência SenadoSenador Ciro Nogueira.Senador Ciro Nogueira.

Ciro conta ainda que o Progressistas vai disputar o Governo do Estado em 2022, mas que não deve antecipar as discussões para não causar desgastes na base aliada do partido, que segundo o senador, "está muito grande".

“Temos que ter a grandeza de saber que o estado precisa que estejamos unidos em defesa dos projetos do governo, das prefeituras. O governador tem total consciência e tem manifestado esse desejo. Eu vou fazer de tudo para que a gente possa estar junto nas próximas eleições. Não vou negar que a nossa base aliada está muito grande. Não é fácil manter isso unido. O Progressistas tem a certeza e o desejo que teremos candidato em 2022. Temos que transpor as questões municipais, que não serão fáceis. E o futuro a Deus pertence. O importante é que a gente deixe as eleições para 2020 e 2022”, finalizou.

Sobre o ano político de 2019 no âmbito nacional, o senador conta que foi diferente e instável com o novo Governo, que segundo Ciro, não tem articulação política. 

“Olha, foi um ano atípico. Um ano que nós tivemos o início de um novo governo, governo que não tem uma articulação política que tenha sido capaz de formar uma base aliada, consistente, mas que o papel e a responsabilidade coube ao Congresso Nacional de assumir esse papel de produzir essas reformas para o país, tentar dar uma estabilidade, já que o Governo federal é um governo muito instável, que tem muitas crises, provadas até pelo próprio presidente da república, pelos seus filhos, que isso cria uma estabilidade muito grande no país, e graças a deus nós tivemos no Congresso nacional um porto seguro”, comenta o Ciro.

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