Milhares de portugueses protestam contra política de austeridade
Ajuste ocorre para pagar ajuda financeira de credores internacionais.
Milhares de pessoas percorreram neste sábado (26) as ruas de Lisboa para protestar contra a política de austeridade aplicada em Portugal, em troca da ajuda financeira concedida pelos credores internacionais, que exigem cada vez mais sacrifícios da população.
O movimento cidadão "Que se lixe a troika" também convocou manifestações no Porto e em outras 12 cidades. Troika é o nome dado ao grupo composto pela Comissão Europeia, o Banco Central Europeu (BCE) e o Fundo Monetário Internacional (FMI).
"Há uma saída: o governo na rua", "o euro afunda o país, referendo imediato", "não à troika, não à fome", afirmavam os cartazes e faixas dos manifestantes.
Os moradores de Lisboa se reuniram no centro histórico da capital portuguesa antes do início da passeata até o Parlamento.
No início da manifestação, o número de participantes parecia menor que nas concentrações convocadas anteriormente por este movimento, em 15 de setembro e 2 de março, quando reuniram centenas de milhares de pessoas.
Os manifestantes protestam contra as novas medidas de austeridade anunciadas para 2014 como parte do programa de ajuste negociado em maio de 2011 por Portugal com a troika. O pacote deve render um empréstimo de 78 bilhões de euros.
Para alcançar as metas fixadas pelos credores e levar o déficit público a 4% do PIB em 2014, o governo de centro-direita apresentou em 15 de outubro um projeto orçamentário marcado por cortes drásticos nos salários e nas pensões dos funcionários públicos.
Analistas preveem o aumento da tensão social no país nas próximas semanas, já que os sindicatos anunciaram novas manifestações e uma série de greves no setor público.
O movimento cidadão "Que se lixe a troika" também convocou manifestações no Porto e em outras 12 cidades. Troika é o nome dado ao grupo composto pela Comissão Europeia, o Banco Central Europeu (BCE) e o Fundo Monetário Internacional (FMI).
"Há uma saída: o governo na rua", "o euro afunda o país, referendo imediato", "não à troika, não à fome", afirmavam os cartazes e faixas dos manifestantes.
Os moradores de Lisboa se reuniram no centro histórico da capital portuguesa antes do início da passeata até o Parlamento.
No início da manifestação, o número de participantes parecia menor que nas concentrações convocadas anteriormente por este movimento, em 15 de setembro e 2 de março, quando reuniram centenas de milhares de pessoas.
Os manifestantes protestam contra as novas medidas de austeridade anunciadas para 2014 como parte do programa de ajuste negociado em maio de 2011 por Portugal com a troika. O pacote deve render um empréstimo de 78 bilhões de euros.
Para alcançar as metas fixadas pelos credores e levar o déficit público a 4% do PIB em 2014, o governo de centro-direita apresentou em 15 de outubro um projeto orçamentário marcado por cortes drásticos nos salários e nas pensões dos funcionários públicos.
Analistas preveem o aumento da tensão social no país nas próximas semanas, já que os sindicatos anunciaram novas manifestações e uma série de greves no setor público.
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