Polícia Federal não há indício de envolvimento de deputado com cocaína em helicóptero
No último sábado, um helicóptero da empresa Limeira Agropecuária foi apreendido com 455 quilos de cocaína na zona rural de Afonso Cláudio (ES), a 150 quilômetros de Vitória. O piloto, Rogério Almeida
O delegado da Polícia Federal Leonardo Damasceno afirmou nesta quinta-feira que não há indício de envolvimento do deputado estadual Gustavo Perrella (SDD-MG) com o transporte de cocaína que era realizado em um helicóptero de uma empresa do parlamentar. "Não há, pelo menos até este momento, nenhum indício de envolvimento dos donos da aeronave com o transporte cometido pelo piloto", disse o delegado Damasceno, titular da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) da Superintendência da PF no Espírito Santo.
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No último sábado, um helicóptero da empresa Limeira Agropecuária foi apreendido com 455 quilos de cocaína na zona rural de Afonso Cláudio (ES), a 150 quilômetros de Vitória. O piloto, Rogério Almeida Antunes, foi preso após descarregar a droga da aeronave. Também foram presos o copiloto, Alexandre de Oliveira Júnior, e duas pessoas que receberiam a droga.
Na quarta-feira, o delegado Damasceno enviou um pedido à PF de Minas Gerais para que o deputado Perrella seja intimado a depor por carta precatória. Além do parlamentar, devem ser intimados uma irmã e um primo de Perrella, ambos sócios da empresa.
A Corregedoria da PF em MG deve designar um delegado para ouvir os depoimentos. "Não tem um prazo, mas eu pedi urgência, eles devem fazer isso com bastante urgência", disse o delegado Damasceno.
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No último sábado, um helicóptero da empresa Limeira Agropecuária foi apreendido com 455 quilos de cocaína na zona rural de Afonso Cláudio (ES), a 150 quilômetros de Vitória. O piloto, Rogério Almeida Antunes, foi preso após descarregar a droga da aeronave. Também foram presos o copiloto, Alexandre de Oliveira Júnior, e duas pessoas que receberiam a droga.
Na quarta-feira, o delegado Damasceno enviou um pedido à PF de Minas Gerais para que o deputado Perrella seja intimado a depor por carta precatória. Além do parlamentar, devem ser intimados uma irmã e um primo de Perrella, ambos sócios da empresa.
A Corregedoria da PF em MG deve designar um delegado para ouvir os depoimentos. "Não tem um prazo, mas eu pedi urgência, eles devem fazer isso com bastante urgência", disse o delegado Damasceno.
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