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Teresina registra furto de mais de 16 mil metros de cabos em 2025

A zona Leste lidera ocorrências de vandalismo contra a iluminação pública, aponta ETURB

A Prefeitura de Teresina, por meio da Entidade Autárquica Teresinense de Desenvolvimento (ETURB), divulgou um balanço que acende um alerta sobre os constantes casos de vandalismo contra a iluminação pública da capital. Entre janeiro e dezembro de 2025, foram registrados furtos de 16.113 metros de cabos elétricos, distribuídos em 211 ocorrências em diferentes regiões da cidade.

De acordo com os dados da prefeitura, a Zona Leste foi a mais impactada, concentrando 28% dos casos e 35% de todo o material furtado, o que representa cerca de 5.600 metros de fios levados. Em seguida, aparecem as zonas Norte, com 3.643 metros subtraídos, e Sul, com 2.545 metros.

Foto: Divulgação/ Prefeitura de TeresinaConstantes casos de vandalismo contra a iluminação pública
Constantes casos de vandalismo contra a iluminação pública

Conforme a prefeitura, embora a zona rural tenha registrado o menor número de ocorrências, apenas 22, o volume de cabos furtados chamou atenção, somando 2.392 metros, quantidade superior à registrada na zona Sudeste.

Para o coordenador de Iluminação Pública da ETURB, Augusto César Sousa Braga Monte, os números evidenciam um problema recorrente e de grande impacto urbano. “Estes dados refletem um desafio constante para a nossa equipe técnica. Cada ocorrência registrada em Teresina representa um ponto da cidade que fica às escuras, prejudicando diretamente a segurança e o bem-estar do cidadão teresinense”, destacou.

Já o diretor-presidente da ETURB, Vicente Moreira Filho, ressaltou os prejuízos financeiros causados pelo crime e explicou que os dados refletem um desafio constante para equipe e que cada ocorrência é um ponto da cidade que fica as escuras prejudicando a segurança e o bem-estar do cidadão da capital.

“Além do prejuízo social, o roubo de cabos provoca um dano significativo aos cofres da Prefeitura Municipal de Teresina. É um recurso público que precisa ser reinvestido continuamente apenas para repor o que foi destruído ou levado, impedindo que esses valores sejam aplicados na ampliação e modernização da rede de iluminação de outras comunidades que ainda necessitam de melhorias”, afirmou o diretor.

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