Segundo a polícia, Carolina Sthela é investigada pelos crimes de tortura, lesão corporal, ameaça e constrangimento ilegal contra a então funcionária, que foi acusada de furtar um anel da ex-patroa.
Conforme a polícia, o estabelecimento já havia sido alvo da primeira fase da operação, em 2025, quando o proprietário chegou a ser preso durante o andamento do inquérito.
Os locais abordados eram nove endereços residenciais e sete estabelecimentos comerciais, estes ligados a cinco investigados por receptação e comércio ilegal de ouro.
De acordo a polícia, a ação foi coordenada pela Superintendência de Operações Integradas (SOI), com apoio da Força Estadual Integrada de Segurança Pública (FEISP).
A segunda fase da operação decorre da continuidade das investigações, que identificaram intenso fluxo financeiro incompatível com a renda declarada dos suspeitos.
De acordo com as investigações, o suspeito utilizava suas redes sociais para divulgar rifas ilegais e plataformas clandestinas, induzindo seguidores ao erro e exibindo bens de luxo.
A iniciativa da Secretaria de Segurança Pública do Piauí inspira criação de programa similar na capital paulista e é reconhecida pelos resultados positivos na redução da criminalidade
De acordo com a Secretaria de Segurança Pública do Piauí, os alvos da operação são pessoas previamente intimadas e que não compareceram quando notificadas.